Quatro mil mulheres vítimas de violência sexual no ano de 2017 no Rio de janeiro.
Por que ainda não nos sentimos livres?
Qual o modelo de sociabilidade que queremos?
Podemos pensar ‘Mulher’ de forma genérica?
Mulher é um comportamento? Marca? Corpo?
Somos todas iguais em direitos e conquistas?

A MULHER como sujeito é o que desejamos ouvir. Precisamos ser protagonistas de inquietações para que o conformismo não nos derrote e precisamos pensar as “diferenças como fagulhas criativas para auxiliar a criar pontes de comunicação” como nos convoca a filósofa ativista Angela Davis.